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Desemprego cai para 9,8%

Desemprego cai para 9,8%

Dados do IBGE mostram recuperação continuada do mercado de trabalho. Segundo Pnad Contínua, a taxa de desocupação ficou em 9,8% no trimestre móvel encerrado em maio.

Segundo o IBGE, esta foi a menor taxa de desocupação desde 2015, quando o indicador registrou 8,3%. Em relação ao último trimestre, o recuo foi de 1,4 ponto percentual, quando a taxa ficou em 11,2%. Comparando com o mesmo período de 2021, caiu 4,9 pontos percentual, uma vez que o desemprego estava em 14,7%.

Hoje, o Brasil tem 10,6 milhões de pessoas desocupadas, um recuo de 11,5% com relação ao trimestre anterior. Na comparação anual, a queda foi de 30,2%, com 4,6 milhões de pessoas a menos desocupadas.

Quando olhamos para o número de pessoas ocupadas, temos uma alta de 2,4%, atingindo o recorde de 2012 com 97,5 milhões. E na comparação anual, uma alta de 10,6%, ou 9,4 milhões de pessoas.

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ANTES DE CONTINUAR....

Subiu 2,8% o número de empregados com carteira de trabalho assinada no setor privado, totalizando 35,6 milhões de pessoas. No anual, o aumento foi de 12,1%. Empregados sem carteira assinada no setor privado teve o maior número da série, com um aumento de 4,3% no trimestre e de 23,6% no ano.

Já os trabalhadores por conta própria ficaram estáveis em 25,7 milhões de pessoas no trimestre. Mas, olhando para o contingente teve alta de 6,4% na comparação anual.

A taxa de informalidade ficou em 40,1% da população ocupada, uma alta de 0,8% no trimestre e 4,6% no ano. A força de trabalho teve o maior contingente da série histórica, estimada em 108,1 milhões de pessoas,

Confira as principais atividades que apresentaram aumento de contingente ocupado: - Construção (2,9%, ou mais 210 mil pessoas); - Transporte, armazenagem e correio (4,6%, ou mais 224 mil pessoas); - Alojamento e alimentação (3,6%, ou mais 186 mil pessoas);  - Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (2,8%, ou mais 466 mil pessoas);

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